Voltas

Voltas,

Volteios nas palavras,
Torces e retorces,
Valendo-te da tua verdade,
Nada mais importa,
Nos retorcidos volteios,
Da imposição velada,
Do querer ver o já gasto
E fechado portão onde
Constantemente procuras-me,
Assim por meias-verdades assumidas,
Abalas todo o muro que o suporta,
Fazendo pender de novo a corda,
Enlaçada na figueira,
Despertando os espíritos
Os fantasmas que este portão encerra,
Soltos na noite que se abateu em mim!

Sírio Andrade
26/01/2015

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