Fuga Invisível

Fuga Invisível

Eu que tantas vezes fui
Parti sem levar nada
Também nunca trouxe
Também nunca levei…

E por entre borboletas e ar quente
Salvam-se as árvores que voam
E os sonhos embalados pelo vento
Em folhas de cetim escritas a carvão…

Não há muito
Mas do pouco que há
Há isso, essa imensidão que me resta…
Sonhos e palavras que voam
Sem destino nenhum…
Pela linha do horizonte do sonho humano…

Alberto Cuddel
28/06/2020
00:17

Poética da demência assíncrona…

2 thoughts on “Fuga Invisível

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  1. Oi, Alberto! Que bacana ver que também tem um espaço para tirar as ideias da cabeça e mostrar seus poemas!
    Parabéns, desejo muito mais sucesso ainda! E obrigada pela visita no meu e fico feliz que gostou de meu último texto.

    Liked by 1 person

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