Preto e branco da vida

Preto e branco da vida

Deixei que a recta me perseguisse vagamente,
Que as palavras flutuassem nas lágrimas estendidas,
Que o serrilhado das frases me ferisse a alma…

Sob o espelho dos dias, deitas-te ingloriamente
Caído em manto de glória, aplaudem-te as vogais
As consoantes, essas olham-te de cima, és poeta
Pequeno… pequeno…

Nos brilhos tirados a ferros, em páginas brancas
Antologias da vida em peso de ouro
E delicias-te na escuta, dos sons rebatidos nas pedras
De uma sala cheia de esperanças, e repleta de nadas…

Alberto Cuddel
10 de Abril de 2017
22:51

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