(Des)ama-te

(Des)ama-te

Seguem o comboio em direcção ao sul
Alma volátil que nos subtrai
Descansemos do sono, dos sonhos
Adormecimento egoísta dos membros
Rasguem-se os pneus, estrada quente
Chuva nas montanhas, rios de musgo
Alma minha natural, corre por campos verdejantes

Ó sorte madrasta que se esvai
A cada batida do musculo da vida
Se por Tróia ledo engano
Também por ambição a pobreza
Perda do tudo que tinha na mão
Já não me passam os anos no rosto
A noite vem, cambaleando a cada sol-posto…

(des)ama-te e vive, como se o amanhã fosse hoje…

Alberto Cuddel

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