Poema do dia 11/09/2018

Poema do dia 11/09/2018

“Sustenho em mim ar do teu beijo,
aprisionado dentro do peito,
só assim quero respirar pelos lábios,
beijar, mesmo, só com esse efeito!”

Nos beijos que dou e ficaram por dar,
Entre passeios e olhares, jardins,
Entre um café e o outro, essa vontade de amar,
Quero viver assim até aos confins!

Onde te moram as virtudes?
Que feitiço é este que me condena
Na longa espera pelo desabrochar
Flores lilases, capazes, vida plena!

“Sustenho em mim ar do teu beijo,
aprisionado dentro do peito,
só assim quero respirar pelos lábios,
beijar, mesmo, só com esse efeito!”

Que me aprisione um amor maior
Força do vento que me levita
Uma brisa suave perfume dos dias
Uma simplicidade que me complica!

Garrafas esquecidas de luxuria
Copos de bordo rubro de lábios
Um tempo sem relógio que espero
Vontade por te despertar do meu lado!

“Sustenho em mim ar do teu beijo,
aprisionado dentro do peito,
só assim quero respirar pelos lábios,
beijar, mesmo, só com esse efeito!”

Arde-me a saudade de antes
Para que morra em ti amanhã,
Nesse ar que respiro, o teu!
Onde sustento em mim o teu beijo!

Alberto Cuddel
11/09/2018
Lisboa, Portugal

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