Poema do dia 28/08/2018

Poema do dia 28/08/2018

Voaram gaivotas sobre o mar
Em dedos entrelaçados no monte
Abraços perdidos no tempo
Olhares que ficaram por cruzar!

Escorrem verdejantes os canteiros
em passos sincronizados,
vão florindo esperanças rosas,
amarelas, arco-íris plantado
regado nas palavras cantadas!

Na questão de uma pergunta calada
Lábios que se abrem, silêncio da resposta
Gravada a ferros na alma, nessa dor
A que chamam felicidade…

O tempo corre em sentido contrário
Como que a água voltasse a passar no moinho
Recuperando o tempo suspenso
Onde o ontem, volta a ser hoje
Florindo nova esperança para o depois…
O depois é, vai ser, todo o nosso tempo…

Alberto Cuddel
28/08/2018

2 thoughts on “Poema do dia 28/08/2018

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