Regresso!

Regresso!

No sufismo que te abraça nas manhãs de nevoeiro,
Frio e gélido acordar para a vida, tudo lá fora…

Tudo lá fora espera-te, tudo lá fora te cobra!
Por onde andas musa minha de meus versos?
Onde te escondes, em que longínquos universos,
Laivos e rasgos, inspiração destemida,
Arrojado nas palavras, imaginação sem medida,
Sinto tua ausência, neste novo acordar,
Sinto-me despido, desnudo no querer,
Solitário e gélido leito, despido de ti,
Fuga ao mundo que assim o senti,
Letras e palavras arremessadas de raiva,
Por querer escrever de forma evasiva,
Palavras, soltas nesta manhã,
Que voam pelo imaginário divã,
Nevoeiro que se dissipa,
Sol que ilumina, os jardins,
Sorriso na volta, no olhar a brilhar,
Apenas espero o teu regressar!

Alberto Cuddel

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