Poema XXXI

Poema XXXI

Mar que me aparta a vida da morte
Cruzado por barcaças ventos de sorte
Mãos que recolhem as rosas desta vida
Pernas cansadas adiam a partida…

Rasgos e laivos de maresia
 Morrem onde me nasce a poesia…

Oh madrasta angustia que me sei
Nunca de ti soube qualquer lei,
Perdida que foi a vontade de caminhar
Ergo-me na noite antes de me deitar…

As coisas que dizem não me contentam
Nas tuas raízes que me matam por dentro…

Alberto Cuddel
09/10/2017
06:50

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