Poema XXVIII

Poema XXVIII

Escrevi o teu nome por toda a cidade,
Nas casas, nos muros, nos carros,
Na loucura de te anunciar aos céus,
Doces, ternos, loucos, pecados meus!

Gritei das torres aos ventos, pelos sinos,
Gemi sofrendo, vocábulos pequeninos,
Arrastados pelo olhar preso no luar
Passos apressados sem te encontrar!

Ardo no distante ciúme, corpo quente,
Onde mirro calado, por este amor ausente,
Arde no peito pelo crer certa vivacidade
Corro procuro-te por toda a barca cidade!

Lembrando que o amor não é doença
Mas a cura de toda nossa humanidade…

Alberto Cuddel
07/10/2017
14:15

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