Poema XXVI

Poema XXVI

Nasce a rosa franzina
Onde deito o pé direito
Estrada íngreme e ladina
Nada de ontem tenha feito!

Despeito que fora verdadeiro
A virtude dita, escrita e lida
Entre uma madrugada apetecida
Seja eu, para ti apenas inteiro…

(que nunca me faltem os poemas)
Sentires errantes, palavras, teoremas
Que sejam lidos, sentidos, por ti
Que sejam o que escrevi, fingi, senti…

Entrega na alma, o teu sentir
Que seja desejo
Entrega na leitura, o teu querer
Que seja beijo
Entrega na alma, o teu amor
Que seja paixão…

Onde vivo, não há mundo
Tão pouco ilusão certa
Onde moro não há distância
Tao pouco alma aberta
Onde vivo apenas paixão
Lida e sentida no coração…

Alberto Cuddel
06/11/2017
11:25

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Powered by WordPress.com.

EM CIMA ↑

%d bloggers like this: