Escolhi Amar-te LI

Escolhi Amar-te LI

Dias há em que apenas espero em suspenso, a vida segue pardacenta, numa qualquer imobilidade temporal, nada acontece, nada de novo, em que o Amor perde todo o seu significado, praticamente esquecemos todos os “comos”,  todos os porquês…
Dias há em que se nada fizer, nada acontecerá, e mesmo que o faça, talvez mesmo assim, nada mudará. Talvez seja do tempo, do tempo afastado em que nem saudades sinto, ou de as sentir apenas fiquei assim, imune, imune ao tempo que passa sem que efectivamente pense em nada.
Dias há em que a afectividade máscula ou não, desaparece, nem sequer desejo, nada… ou um tudo reprimido, à espera de uma fonte de ignição, um toque, um olhar, uma palavra, mas agora, no imediato? Nada… não sinto vontade de ir, muito menos de ficar.
Dias há em que se não decidisse amar-te, efectivamente nada sentiria, talvez segundo os especialistas seja isto uma depressão momentânea, mas não, é apenas um lapso temporal em que eu, simplesmente deixei de existir! Pois como diz o ditado “quem não se sente não é filho de boa gente”. Talvez seja isso, deixei de existir na tua ausência, quando deixo de te pensar em mim.
Dias há em que para saber-me existir, devo apenas procurar-me, para me poder encontrar em ti!

Alberto Cuddel

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