Ciclo da imobilidade 

Ciclo da imobilidade 

Correm as águas paradas 
Quando um sino não toca 
Não há beijo que se acomode 
Nos amargos lábios fechados 
Barco que me atravessa 
– Para lado nenhum… 

Decido partir a cada chegada 
Ficando sentado no mesmo lugar 
Quero que esteja feito 
Segundo ideias pensadas 
Idealizadas por outros 
Que esses sim fizeram… 

Águas que correm em Agosto 
Rumo a uma nascente desconhecida 
Que queimam pelo caminho 
A secura da erva daninha… 

Quero que me amem… 
Sim, quero que me amem a mim 
Porque eu? Eu estou ocupado demais 
Aqui, sentado… Pensando em tudo 
Sem nada para fazer… 

Alberto Cuddel 
08/08/2017 
18:05 

Foto By: Vasco Rafael 

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